A Arte Cinética baseia-se, sobretudo, numa utopia: levar a arte à vida. De facto, ela foi uma das correntes que mais se aproximaram dessa meta, graças à influência que a Arte Cinética teve na sociedade, como fonte de inspiração em terrenos tão diferentes como a indústria da moda, a criação arquitectónica, o mundo dos media e a criação gráfica. O público teve a possibilidade de se movimentar no interior das obras, de interagir com elas, de as apreender, de se perder nelas, de se misturar com elas. Enquanto elemento fundador do movimento, o público converteu-se em autor da obra. Efectivamente, a obra necessita dos olhos do espectador para estar «viva» e poder alargar todo o seu sentido, a sua expressão: se ninguém passar diante dela, mesmo que fugazmente, nenhum movimento se produz.
Na origem desta utopia existiu um acontecimento fundamental: a exposição Le Mouvement, na Galerie Denise René em Abril de 1955. Victor Vasarely, que tinha obras suas em exposição na galeria, foi o instigador. Essa exposição foi um acontecimento fundamental da história da arte do pós-guerra. Disso é testemunho um filme, nessa ocasião realizado por Pontus Hultén e Robert Breer, que se apresenta no início da exposição no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.

MNAC
entrada: Condições GeraisRevolução Cinética
2008-03-14
2008-06-15
Em Exibição
REGISTOS DE LUZ.
PINTURA IMPRESSIONISTA DE SOUSA LOPES. A COLEÇÃO DO MNAC (1900-1950)
2019-12-01
2020-03-29
Curadoria: Maria de Aires Silveira
Iniciando a parceria entre o Museu Nacional de Arte Contemporânea e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, o MNAC apresenta em Chaves um conjunto de obras da sua coleção.
Prémio Sonae Media Art 2019
2019-11-29
2020-02-02
Exposição das obras finalistas
CONVITE/OPENING
2019-11-29
2020-02-02
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Orto di incendio
27 artistas a partir de Al Berto
2019-11-22
2020-02-02
Curadoria: Ana Natividade, André Almeida e Sousa e Paulo Brighenti
O Museu Nacional de Arte Contemporânea e a Oficina de Gravura da MArt apresentam Orto di incendio, uma exposição de 27 artistas a partir da obra homónima de Al Berto.
DANIEL CANOGAR. Teratologias
Arte digital da coleção MEIAC
2019-11-01
2019-12-08
Curadoria: Adelaide Ginga
Esta instalação de Daniel Canogar faz uso das linguagens digitais para abordar a relação entre arte e ciência e a questão da vulnerabilidade do ser humano face ao avanço da tecnologia.
Espaço Interior
Trienal de Arquitetura de Lisboa
2019-10-05
2020-01-05
Curadoria: Mariabruna Fabrizi e Fosco Lucarelli
"Espaço Interior" faz parte de um projecto de investigação em desenvolvimento, sobre a construção da imaginação arquitectónica.
Sarah Affonso. Os dias das pequenas coisas
2019-09-13
2020-03-22
Curadoria: Maria de Aires Silveira e Emília Ferreira
A exposição dedicada a Sarah Affonso (Lisboa, 1899 – 1983) é uma de duas que, neste ano em que se celebram os 120 anos do nascimento da artista modernista, recordam a sua vida e obra
CAIS Urbana
Curadoria: Mistaker Maker
Exposição comemorativa dos 25 anos da Associação CAIS








