Ângela Ferreira, Casa Maputo: Um retrato íntimo, 1999
Ângela Ferreira, Casa Maputo: Um retrato íntimo, 1999

MNAC

entrada: Condições Gerais

Em Sítio Algum

Ângela Ferreira

2003-10-24
2004-01-18
Curadoria: Pedro Lapa
Esta é a primeira exposição antológica do trabalho de Ângela Ferreira. Desde o início da década de 90 que tem vindo a desenvolver projectos que interrogam as possibilidades críticas da prática escultórica her­dada da modernidade e se confrontam com a deslocacão de referên­cias de natureza cultural e política. A sua dupla nacionalidade, portu­guesa e sul-africana, e sobretudo dupla vivência de ambas realidades, não será alheia à sensibilidade e reflexão sobre os lugares das trocas culturais, dos jogos de forças e poderes configuradores das identidades. No contínuo estranhamento com que os objectos, imagens, memórias e arquitecturas são organizados nos seus trabalhos pode­mos descortinar uma estratégia de interrogação que não se circuns­creve a qualquer determinação culturalista, antes implica e confron­ta o mais íntimo do sujeito com os movimentos do mundo. Habitar esse lugar instável que, no fundo. subjaz a qualquer ordem ou identidade cultural e a todo o momento dela dlifere é o que realiza o trabalho escul­tórico de Ângela Ferreira.
Muitos foram os que colaboraram e tornaram possível esta exposição. Gostaria de apresentar os meus vivos agradecimentos a todos os emprestadores de obras representadas que connosco compartilham a oportunidade de as ver expostas publicamente. A equipa do Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea foi, como sem­pre de um profissionalismo inexcedível. Sofia Nunes e Emília Tavares, organizaram toda a produção e Nuno Ferreira de Carvalho, a edição e a comunicação, todos foram gratos participantes com propostas que enriqueceram o trabalho realizado. Maria de Aires Silveira organizou o registo e a conservação; Alberto Júlio projectou o programa pedagó­gico; Benvinda Silva e Angelina Pessoa secretariaram esta exposição.
Thomas Mulcaire foi um importante apoio na Cidade do Cabo, aquan­do de parte da sua preparação.
Andrew Renton, desde longa data conhecedor do trabalho da artista, redigiu para o catálogo um magnífico texto que descobre significações subtis e determinantes do trabalho da artista.
O suporte financeiro do Mecenas Institucional do Museu do Chiado - MNAC. a Fundação Banco Comercial Português, permitiu esta realização, pelo que desejo expressar o meu profundo reconhecimento. Para Ângela Ferreira vão os meus maiores agradecimentos pela pos­sibilidade de descobrir e partilhar uma obra absolutamente singular.

Pedro Lapa
Director, Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea

Em Exibição

Loops. Expanded 2026

2026-07-14
2026-10-03
Curadoria: Irit Batsry
O MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e a DuplaCena apresentam, pelo 11.º ano consecutivo, uma exposição dedicada ao loop enquanto forma seminal da imagem em movimento.
Exposição temporária

Dos Gestos e das Formas

Um diálogo entre coleções

2026-06-18
2026-09-20
Curadoria: MNAA e MNAC
Obras das coleções do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional de Arte Contemporânea, e da Fundação Millennium bcp, estabelecem um diálogo entre diferentes períodos, materiais e formas de criação artística.
Exposição temporária

Alice Geirinhas

Sycorax

2026-05-29
2026-09-20
Curadoria: Lúcia Saldanha e Rui Afonso Santos
Sycorax é uma instalação de desenhos que convoca a figura ausente e silenciada de Sycorax, a bruxa e mãe de Caliban, personagens de "A Tempestade", de William Shakespeare.
Exposição temporária

Ultratremor

Coletiva

2026-05-29
2026-09-27
Curadoria: Germano Dushá
Entre o visível e o invisível, a exposição reúne artistas que exploram estados de transformação, aparição e ressonância, aproximando matéria, imaginação e experiência espiritual.
Exposição temporária

Maria José Oliveira

Eu que já fui eu

2026-05-15
2026-10-04
Curadoria: Paula Parente Pinto
A obra de Maria José Oliveira transforma materiais quotidianos e objetos descartados em territórios de memória, ritual e metamorfose, onde o tempo se afirma como matéria viva da criação.
Exposição temporária

Impressões Digitais. Coleção MNAC

2024-12-12
2026-12-30
Curadoria: Ana Guimarães, Emília Ferreira, Maria de Aires Silveira e Tiago Beirão Veiga
Constituída por obras fundadoras da historiografia da arte portuguesa contemporânea, de 1850 à atualidade, a coleção do MNAC guarda vários tesouros nacionais.
Exposição Permanente