MNAC - Rua Capelo

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IMAGO LISBOA Photo Festival

Harri Pälviranta

2022-10-07
2023-01-08

Em 2022, a 4ª edição, gravita em torno do conceito de Distúrbios.

A atual sociedade tem vivido, ciclicamente, momentos perturbadores de diferentes intensidades e tipologias. Naturalmente que a atual pandemia foi, provavelmente, o colmatar do maior distúrbio do pós II Guerra Mundial. A sua dimensão teve uma globalidade nunca outrora existente, revelando muitas das fragilidades dos sistemas políticos e económicos, mas, também revelando a capacidade de resposta da comunidade científica internacional. Mas para além desta pandemia, são muitos outros distúrbios que o planeta enfrenta. A poluição e recorrentes desastres ecológicos têm estado na agenda de várias cimeiras; a violência social e doméstica tem feito várias manchetes; os distúrbios mentais e físicos têm aumentado; as migrações resultantes de fuga às guerras e à escassez de meios de subsistência; escândalos financeiros, são muitos os exemplos de possível abordagem, estudo e reflexão.

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Espancados

Brigas, escaramuças e lutas de rua são ocorrências frequentes à noite, durante o fim-de-semana na Finlândia. Há uma tendência forte para ficar alcoolizado em festas e saídas noturnas, e uma vez alcoolizadas, as pessoas libertam-se de certas inibições. As agressões tornam-se físicas, e resultam em violência. 

O problema é reconhecido pela sociedade finlandesa, e é considerado grave. Mas o debate não vai além da dimensão literal, faz as parangonas nos jornais e é discutido em seminários. Não há imagens destas ocorrências. 

Ao fotografar ataques e agressões, Harri Pälviranta pretende mostrar as faces reais da violência de rua na Finlândia. Em contraste com os retratos estereotipados de heroísmo masculino e tentativas gastas de chocar o público, Pälviranta está interessado em lidar com a extrema banalidade inerente à violência. O que lhe parece mais perturbador que qualquer uma das representações dos golpes e ferimentos é a natureza cotidiana da violência de rua, e a atitude de laissez-faire em relação a ela que predomina na sociedade finlandesa.

Harri Pälviranta - harripalviranta.com/

“Battered”; “Choreography of Violence”; “News Portraits”



Em Exibição

Loops. Expanded 2026

2026-07-14
2026-10-03
Curadoria: Irit Batsry
O MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e a DuplaCena apresentam, pelo 11.º ano consecutivo, uma exposição dedicada ao loop enquanto forma seminal da imagem em movimento.
Exposição temporária

Dos Gestos e das Formas

Um diálogo entre coleções

2026-06-18
2026-09-20
Curadoria: MNAA e MNAC
Obras das coleções do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional de Arte Contemporânea, e da Fundação Millennium bcp, estabelecem um diálogo entre diferentes períodos, materiais e formas de criação artística.
Exposição temporária

Alice Geirinhas

Sycorax

2026-05-29
2026-09-20
Curadoria: Lúcia Saldanha e Rui Afonso Santos
Sycorax é uma instalação de desenhos que convoca a figura ausente e silenciada de Sycorax, a bruxa e mãe de Caliban, personagens de "A Tempestade", de William Shakespeare.
Exposição temporária

Ultratremor

Coletiva

2026-05-29
2026-09-27
Curadoria: Germano Dushá
Entre o visível e o invisível, a exposição reúne artistas que exploram estados de transformação, aparição e ressonância, aproximando matéria, imaginação e experiência espiritual.
Exposição temporária

Maria José Oliveira

Eu que já fui eu

2026-05-15
2026-10-04
Curadoria: Paula Parente Pinto
A obra de Maria José Oliveira transforma materiais quotidianos e objetos descartados em territórios de memória, ritual e metamorfose, onde o tempo se afirma como matéria viva da criação.
Exposição temporária

Impressões Digitais. Coleção MNAC

2024-12-12
2026-12-30
Curadoria: Ana Guimarães, Emília Ferreira, Maria de Aires Silveira e Tiago Beirão Veiga
Constituída por obras fundadoras da historiografia da arte portuguesa contemporânea, de 1850 à atualidade, a coleção do MNAC guarda vários tesouros nacionais.
Exposição Permanente