Na quarta-feira dia 3 de novembro, pelas 18:30, será lançado o volume Pintura Colonial Contemporânea. Da Solidão da Metrópole a um Horizonte de Possibilidades. A obra conta com a apresentação de Rogério Miguel Puga e prefácio de João Paulo Oliveira e Costa, ambos professores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
O volume tem por objetivo articular a relação da arte colonial portuguesa com o poder político, nomeadamente no que concerne à pintura no contexto contemporâneo. A subtileza de sugestões e a complexidade de relações que derivam do poder da arte, e da arte do poder, faz com que a história da viagem da arte ultramarina não seja uma narrativa unívoca mas um conjunto de produções heterogéneas, e inter-relacionais que, de modos diversos, emergiram quer da metrópole quer das províncias d’além mar. Daí que Pintura Colonial Contemporânea parta Da Solidão da Metrópole a um Horizonte de Possibilidades, no âmbito do torna-viagem colonial, numa genealogia híbrida que se estruturou e desenvolveu em espelhos antonímicos, nos quais cada uma delas – arte e viagem – precisou da outra para se definir.
Esta obra resulta da investigação realizada no âmbito de um pós-doutoramento intitulado ArTravel. Viagem e Arte Colonial na Cultura Contemporânea, financiado por Fundos Nacionais através da Fundação para a Ciência e Tecnologia, FCT (Projeto BPD/107783/2015). http://www.fcsh.unl.pt/artravel/.
A impressão desta obra teve o apoio do CHAM (FCSH/NOVA-UAc), através do projecto estratégico financiado pela FCT (UIDB/04666/2020).
Especificações:
Publicação bilingue de 330 páginas a cores
Formato 209x280 mm
Preço de lançamento: 29 € (não existe pagamento por multibanco).
Entrada livre.

Atrium
Entrada LivrePintura Colonial Contemporânea
Da Solidão da Metrópole a um Horizonte de Possibilidades
2021-11-03
Em Exibição
Caminhos da Arte Portuguesa
Ciclo de visitas comentadas
2026-09-16
2027-06-16
Ciclo de visitas comentadas | Setembro 2026 a Junho 2027
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2024-12-12
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Brevemente
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Entre a Pele e o Documento
2026-10-22
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Integrada na edição de 2026 do Imago Lisboa Photo Festival, dedicada à reconfiguração da fotografia, Entre a Pele e o Documento reúne trabalhos de Délio Jasse (Luanda, 1980) que questionam a autoridade do arquivo colonial.
Antologias da Memória
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