O trabalho de Joaquim Rodrigo desenvolveu-se ao longo da segunda metade do século XX em Portugal, tendo sido pioneiro de alguns dos seus movimentos artísticos mais significativos. Do Abstraccionismo Geométrico à Nova Figuração; do encaminhamento de um entendimento modernista, sintonizado com o seu universalismo, para um aprofundamento crítico de tais pressupostos, abrindo assim caminho a uma concepção pós-moderna, todos estes aspectos o itinerário de Joaquim Rodrigo abordou como nenhum outro artista durante o século XX. Percurso absolutamente singular e solitário da arte portuguesa soube levar as questões das vanguardas aos seus limites para daí traçar um vasto empreendimento crítico, através de uma arte política, de uma proximidade com outras culturas relegadas para o estatuto de primitivas ou da própria relação da arte com a ciência.

Joaquim Rodrigo, Lisboa-Oropeza, 1969
© MNAC
MNAC
entrada: Condições GeraisJoaquim Rodrigo
1999-11-18
2000-03-26
Curadoria: Pedro Lapa
Em Exibição
Loops. Expanded 2026
2026-07-14
2026-10-03
Curadoria: Irit Batsry
O MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e a DuplaCena apresentam, pelo 11.º ano consecutivo, uma exposição dedicada ao loop enquanto forma seminal da imagem em movimento.
Dos Gestos e das Formas
Um diálogo entre coleções
2026-06-18
2026-09-20
Curadoria: MNAA e MNAC
Obras das coleções do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional de Arte Contemporânea, e da Fundação Millennium bcp, estabelecem um diálogo entre diferentes períodos, materiais e formas de criação artística.
Alice Geirinhas
Sycorax
2026-05-29
2026-09-20
Curadoria: Lúcia Saldanha e Rui Afonso Santos
Sycorax é uma instalação de desenhos que convoca a figura ausente e silenciada de Sycorax, a bruxa e mãe de Caliban, personagens de "A Tempestade", de William Shakespeare.
Ultratremor
Coletiva
2026-05-29
2026-09-27
Curadoria: Germano Dushá
Entre o visível e o invisível, a exposição reúne artistas que exploram estados de transformação, aparição e ressonância, aproximando matéria, imaginação e experiência espiritual.
Maria José Oliveira
Eu que já fui eu
2026-05-15
2026-10-04
Curadoria: Paula Parente Pinto
A obra de Maria José Oliveira transforma materiais quotidianos e objetos descartados em territórios de memória, ritual e metamorfose, onde o tempo se afirma como matéria viva da criação.
Impressões Digitais. Coleção MNAC
2024-12-12
2026-12-30
Curadoria: Ana Guimarães, Emília Ferreira, Maria de Aires Silveira e Tiago Beirão Veiga
Constituída por obras fundadoras da historiografia da arte portuguesa contemporânea, de 1850 à atualidade, a coleção do MNAC guarda vários tesouros nacionais.









